A dor no mundo

A dor é experienciada em todo o mundo, afetando diferentes partes do corpo e com diferentes níveis de intensidade. Ao analisar a população global, verificou-se que 95 por cento da população já foi afetada por alguma dor no corpo e que mais metade da população sofre regularmente de dor. Entre as dores mais comuns e regulares, estão a dor de costas, pescoço e ombros.

Experienciar a sensação de dor impacta a qualidade de vida de quem a sofre. De facto, o desconforto e incómodo causado pela dor interfere negativamente na vida profissional e familiar. No trabalho, a dor pode influenciar negativamente o nível de concentração e, consequentemente, a performance e a médio-longo prazo a progressão de carreira. Do ponto de vista social, a dor influencia a disposição e estado emocional da pessoa e, assim, prejudica a interação com colegas, amigos e familiares.

O impacto global da dor em percentagem

  • 95 por cento da população global sofre de dor no corpo;
  • 86 por cento da população no mundo sofre de dor de cabeça;
  • Filipinas, Indonésia e Rússia são os três países com maior percentagem de população (96 por cento, 93 por cento e 92 por cento, respetivamente) a sofrer de dor de corpo e cabeça;
  • Japão, França e Espanha são os três países com menor percentagem de população (60 por cento, 75 por cento e 76 por cento, respetivamente) a sofrer de dor de corpo e cabeça;
  • 56 por cento da população global sofre por semana de dor no corpo;
  • 23 por cento da população global sofre por semana de dor de cabeça;
  • 82 por cento da população altera a sua rotina diária em resultado de dor no corpo;
  • 87 por cento da população altera a sua rotina diária em resultado de dor de cabeça;
  • 49 por cento da população concorda que “A dor faz-me sentir mais velho do que sou”;
  • 46 por cento da população concorda que “A dor afeta a minha capacidade de interagir com os outros”.